30/09/2014

EDUCAÇÃO PATRIMONIAL EM QUADRINHOS








Décio Schwelm Vidal-arquivista da SMA(Secretaria Municipal da  Administração)





     

                Prezado(a) leitor(a)



A charge acima é colaboração  do  arquivista 

Décio, a quem agradecemos.Para saber como 

funciona o Programa de Educação Patrimonial do 

AHPAMV, leia as postagens cujo marcador é 





                     Atenciosamente





            Equipe do AHPAMV



24/09/2014

ATENÇÃO!!! ARQUIVO HISTÓRICO ABRE SÁBADO, 27,PARA PESQUISA.



                        ATENÇÃO!!!!!!


   
  Conforme  cronograma divulgado, abriremos o Arquivo para

 atendimento ao pesquisador no próximo sábado,dia 27 de

 setembro, das 8h30min às 12h,apenas com agendamento,até 

sexta,ao meio-dia,através  do fone 32898282 ou e-mail   

atendimentoah@smc.prefpoa.com.br


ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO AHPAMV:LIVROS DOADOS PELA EDIPUCRS




















Retratos do Brasil


Esta publicação é resultado de um seminário realizado no CEB (Centro de   Estudos Brasileiros) da  Universidade de Salamanca, Espanha, em 2002. Os participantes, especialistas em diversas áreas, fazem uma análise bem abrangente da realidade multifacetada do Brasil,nos seus aspectos históricos, econômicos, políticos, sociais, literários e antropológicos. Em linguagem acessível, exploram os temas  da democracia como superação das desigualdades,dos direitos humanos formais e reais,da agenda social brasileira, do regionalismo,do nacionalismo,das etnias,da universalidade. O título é Retratos, apontando para  identidades plurais.

REIS, P. Elisa,ZILBERMANN. Organizadoras .Retratos do Brasil. Porto Alegre:EDIPUCRS,2004..
     







Alemães na Guerra dos Farrapos


Pesquisadora  de História de Gênero e Imigração Alemã, a  autora  conta, nesta publicação, a história  do recrutamento(muitas vezes violento) de imigrantes alemães como soldados da Guerra dos Farrapos. Segundo ela, foram cerca de 3000 imigrantes recrutados, divididos em dois grupos: 1-os mercenários -  com ideias liberais, treino de armas e postos de comando; 2-os colonos que desenvolveram a agricultura em minifúndios e o artesanato.

FLORES,Hilda Agnes Hübner. Alemães na Guerra dos Farrapos.         2. ed  revista e ampliada-Porto Alegre: EDIPUCRS,2008







Imigração italiana e catolicismo


  Beneduzi   examina as relações dos imigrantes italianos com a religião, com o projeto de Restauração Católica no RGS, considerando também a diversidade étnica, esta como fator de uma religiosidade diferente. O olhar do autor  desconstrói os clichês e estereótipos  a respeito do tema, desvendando as contradições da religiosidade e do poder da Igreja sobre os fiéis. É pelos costumes (vida sexual e bebedeiras) que os imigrantes  resistem,reagindo à padronização de comportamentos, à  rígida  normatização moral   imposta  pelo catolicismo. A pesquisa (“releitura da dissertação de mestrado”) é baseada em fontes orais e escritas.


BENEDUZI,Luis Fernando. Imigração italiana e catolicismo.              Porto Alegre: EDIPUCRS,2008.







A imagem do Terceiro Reich na Revista do Globo (1933-1945)

    Para quem considera (ava) a Revista do Globo como uma publicação leve, com informações sobre o cotidiano, arte e literatura, sem pretensões  políticas, é surpreendente a revelação de que o referido periódico tinha preferências e interesses nessa área. Fundada em 1929, foi uma publicação com predomínio literário no primeiro período-1929 a 1938-e seu mais famoso diretor foi Erico Verissimo,de 1932 a 1936.O  segundo período-1939-1947 foi marcado por um jornalismo mais abrangente. As avaliações da Revista  sobre Hitler e a Alemanha nazista mudaram  no período de 1933 a 1945.Uma das hipóteses sobre os motivos  dessa mudança seria o apoio  à política externa brasileira. Enquanto houve relações de cooperação entre a Alemanha e o Brasil, as opiniões da RG eram favoráveis a Hitler.Com o desgaste da colaboração e posterior alinhamento do Brasil à política norte-americana, a imagem do nazismo foi representada de forma negativa. Na verdade, a Revista apoiava  a  política externa do governo Getúlio Vargas.
     Um obra instigante que estimula o desejo de entender as relações entre a imprensa e a política.


DALMAZ,Mateus. A imagem do Terceiro Reich na Revista do Globo(1933-1945).Porto  Alegre:EDIPUCRS,2002







Fontes orais e historiografia -avanços e perspectivas


 Como parte da renovação em pesquisa histórica, podemos considerar  a utilização das fontes orais. Elas são cada vez mais  utilizadas desde 1970.O que a autora desta publicação examina é se o crescimento  do número de pesquisadores  que  se baseiam nas fontes orais  corresponde ao aprofundamento do método de pesquisa e do consequente avanço da historiografia.



PENNA, Regina Silva. Fontes orais e historiografia -avanços e             perspectivas. Porto Alegre:EDIPUCRS,2005.










Estas publicações  fazem parte de um conjunto de obras 

editadas pela EDIPUCRS  e doadas para o Arquivo Histórico 

de Porto Alegre  e  estarão  à disposição do público, após 

catalogação.












11/09/2014

A MEMÓRIA NOS LIVROS: A COR DAS COISAS FINDAS (3)






    O cenário é uma biblioteca - num prédio antigo - que está ameaçada, levando alguns adolescentes a investigar o desaparecimento de partes da cidade. Esses estranhos acontecimentos os colocam na mira de vampiros, e as descobertas começam: desaparecem os morros, o rio torto, os prédio antigos. Sim, “alguém está apagando a cidade!” Serão vampiros?

   A contracapa nos informa, modestamente, que esta história “revela o valor da leitura e a importância que os livros podem ter”. Mas há uma reflexão ainda maior: a perda do Patrimônio Cultural da cidade que se modifica por um crescimento que lhe toma os prédio antigos; os rios tortuosos, agora canalizados numa reta infinita; os morros destruídos pelas pedreiras; as árvores nativas pela exploração imobiliária.

     Então, “se houver mesmo alguém vampirizando a cidade ao invés de sangue humano, vai sugando morros, ruas, prédios, tudo. No final habitaremos uma cidade vazia, sem passado. Sem cor. Afinal qual será a cor da memória? Qual a cor das coisas findas, das coisas sumidas da nossa mente?” pergunta a personagem.

   É preciso uma resposta. Talvez a cor dependa do patrimônio cultural que pudermos deixar para as futuras gerações. Por isso a importância das bibliotecas, dos arquivos, dos museus, dos centros culturais, das edificações históricas, dos parques naturais para que o passado não desapareça, também, da memória dos cidadãos.


Leitura mais do que recomendada para nossas crianças e adolescentes!

05/09/2014

PALESTRA SOBRE O PADRE LANDELL DE MOURA


    No próximo dia 11 de Setembro, quinta-feira, às 19 horas, na Sala Alberto André, o MUSEU DE COMUNICAÇÃO SOCIAL HIPÓLITO JOSÉ DA COSTA, Rua dos Andradas esq. Rua Caldas Júnior, estará promovendo, por ocasião do seu 40º aniversário, uma palestra sobre a vida e obra do ilustre inventor Padre-cientista Roberto Landell de Moura, aberta ao público.

      O palestrante será o pesquisador Ivan Dorneles Rodrigues, diretor do Memorial Landell de Moura.

04/09/2014

A MEMÓRIA NOS LIVROS:As memórias do livro (2)









    Um livro único, desaparecido durante a guerra da Bósnia, volta à vida quando uma talentosa restauradora de documentos, especialista em pergaminhos e livros medievais,  desvenda seus enigmas. Uma asa de inseto, manchas de vinho, um pelo branco, cristal de sal são pistas que vão reconstruir as memórias desta Hagatá - um livro de Páscoa Judeu -, que contém ilustrações, contrariando a tradição que proíbe imagens do sagrado.


   O resultado é uma aventura que fala da história como disciplina e dos suportes que a contêm, passando por  reflexões sobre o  trabalho de restauração documental. Nas palavras da personagem:







“ Restaurar um livro ao que ele era quando foi feito é falta de respeito por sua história. Penso que temos de aceitar um livro da maneira como o recebemos das gerações passadas; e, até certo ponto, os danos e o desgaste refletem essa história. Do modo como vejo, meu trabalho é torná-lo estável o suficiente para que possa ser manuseado com segurança e estudado, só consertando o que for absolutamente necessário.” 












02/09/2014

PROJETO O ARQUIVO VAI À ESCOLA



Até o final do ano, a história da EMEF Mariano Beck  estará em vários suportes para ser disponibilizada a todos os alunos e à comunidade.





 

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