08/04/2014

Porto Alegre em prosa e verso

      


     Existem várias leituras a fazer sobre Porto Alegre: histórica, socioeconômica,política,literária... Há os que investigam e os que sentem;os que analisam fatos e consequências e os que  dão visibilidade ao subjetivo.   
   
     A Editora da Cidade  da Secretaria Municipal da Cultura  (Unidade Editorial,/Porto Alegre) tem no rol de publicações  várias obras literárias cujo tema é a nossa Cidade. São contos, crônicas e  poemas  que contam a história pelos personagens ficcionais   que nos contam outra realidade, de forma mais intimista, revelando outros mundos.

     Essas obras  estão à disposição dos leitores no acervo bibliográfico do Arquivo Histórico de Porto Alegre.

   Vejamos alguns exemplos:


1-Porto Alegre – memória escrita- organização de Zilá Bernd
Antologia de textos  literários que  compõem um perfil de autores  desde a poeta Rita Barém de Melo (1861) até  os anos 1990,com Luis Fernando Verissimo,Tabajara Ruas  e outros  escritores de igual importância, registrando a memória literária porto-alegrense de um século. Diz a organizadora:
  
   Não queiram os leitores encontrar nesta Antologia outro fio condutor que o da própria recorrência temática,calcada na necessidade  dos escritores de expressarem sua relação e a de seus personagens com a cidade. (pg. 6)

 

Bernd,Zilá. Porto Alegre:memória escrita .Porto Alegre:UE/Porto Alegre,1998.



2)Porto Alegre em contos- Nesta antologia, Porto  Alegre é tema de contos  de autores contemporâneos. O critério é de agrupar  textos do mesmo gênero sobre o mesmo tema,na época atual. Fala o editor Fernando Rozano:
      

    Em cada página, um traço, uma marca, um costume, um sentido, a Porto Alegre se desvendando aos olhos dos escritores. Pronta para quem os ler. (pg.8)

 
      Porto Alegre em contos. Prefeitura  Municipal de Porto Alegre.Porto Alegre:Editora 
            da  Cidade,2006            


3)Porto Alegre,roteiro da paixão. Livro com um único poema que fala sobre a paixão do poeta por Porto Alegre.É a nossa Cidade cantada em versos.

               Vou pela cidade
               alucinadamente alegre
               pensando e escrevendo
               nos ombros da poesia     (pg, 10)




MIRANDA, Luiz de.Porto Alegre, roteiro da paixão.2. ed. Porto Alegre:Editora da Cidade e
      Instituto Estadual do Livro,2007.
       







                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     

01/04/2014

CAMPANHA:RESGATE DAS MEMÓRIAS DA ESCOLA APELLES PORTO ALEGRE


Formação para Professores Programa de Educação Patrimonial do Arquivo Histórico


             O Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho abre inscrição para a primeira formação de professores  de 2014. O objetivo é capacitar professores  de forma a torná-los mediadores da relação Arquivo-escola. O curso de 4 horas contará com um guia detalhando os projetos do Programa de Educação Patrimonial, bem como a relação destes com os conteúdos curriculares. Nesta formação será possível também o acesso direto aos cenários, figurinos e recursos didáticos utilizados nas atividades desenvolvidas para o público escolar, permitido o reconhecimento do processo ensino-aprendizagem.




Agende sua escola!

Dia 12 de abril  das 8h às 12h

Local : Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho
Av. Bento Gonçalves, 1129
Inscrições email: rosanef@smc.prefpoa.com.br


OBS: A formação oferece certificado de participação. Temos estacionamento no local.







31/03/2014

EDUCAÇÃO PATRIMONIAL AHPAMV E CARRIS: ESCOLAS VISITAM EXPOSIÇÃO E CONHECEM DOCUMENTOS RELACIONADOS


26/03/2014

ANIVERSÁRIO DE PORTO ALEGRE:26 DE MARÇO

        Hoje, 26 de março de 2014, é o aniversário da nossa querida  Porto Alegre!

     Nesse dia e mês no ano de 1772, nossa Cidade foi fundada! Na época, a denominação do território era Freguesia  de São Francisco do Porto dos Casais. Durante esse período, mudou várias vezes de nome, tendo tido as seguintes denominações: Porto de Viamão (século XVIII), depois Porto do Dorneles, em seguida Porto de São Francisco dos Casais e, finalmente, Nossa Senhora Madre de Deus de Porto Alegre. 


    Conforme o site Porto Web, “A cidade passou por lutas sangrentas para se firmar como capital, por isto em sua bandeira está escrito “Mui Leal e Valerosa Cidade de Porto Alegre”. "Banhada pelo Lago Guaíba, a Cidade tem como padroeira  N. Sª dos Navegantes, daí ser feriado local o dia 2 de fevereiro, quando ocorrem muitas cerimônias de fé, tanto por terra quanto por água.”


     Aqui, no Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Velhinho, onde são guardados os documentos que registram e contam a história da Cidade, encontra-se um exemplar do livro de Sérgio da Costa Franco, intitulado Porto Alegre, Ano a ano; Uma cronologia histórica; 1732 a 1950, em que é relatada a criação da Cidade.






19/03/2014

CURSO NO ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DO RS:Paleografia,Diplomática e Preservação
















PREVENÇÃO DE RISCOS:A MELHOR POLÍTICA DE CONSERVAÇÃO


            As instituições que custodiam bens culturais, históricos e artísticos, em suas políticas referentes à conservação dos acervos, também devem se preocupar com a segurança de seus prédios e coleções.

A atividade da conservação preventiva nestes casos, como o próprio nome indica, é tentar prever as possibilidades de desastres (ou emergências) e todas as ações para minimizar os riscos, assim como também a administração de uma situação de emergência de modo a evitar ou reduzir os danos ao patrimônio cultural envolvido. (BRAGA, G. B., 2003, p. 2)

            Algumas das situações (incêndios, inundações, desastres naturais, roubos, depredações) que colocam em risco a integridade do patrimônio poderiam ser evitadas ou minimizadas com programas de segurança que contemplassem ações e cuidados preventivos.
Para a elaboração de um programa de segurança, é necessário um conhecimento profundo e detalhado da instituição a que se destina, o seu perfil, que tipo de acervo possui e as áreas que abrange:sua linha de atuação, missão e objetivos. Além disso, deve-se realizar um diagnóstico que avalie a instituição quanto ao entorno, quadro funcional, aspectos financeiros, estado de conservação do prédio e do acervo e riscos em potencial que ameacem o patrimônio e as pessoas.
E, nesse caso, devem ser criados também planos de emergência para as diferentes situações de risco que podem vir a ocorrer.

Um plano de emergência tem como objetivo identificar a vulnerabilidade de um edifício ou patrimônio cultural a situações de emergência, antecipar seus efeitos potenciais (sobre os edifícios, coleções e comunidade), indicar como preveni - los, atribuir responsabilidades e propor um plano de ação e de recuperação em caso de emergências. (Ono, R.; Braga, G.B.; Lustosa, D.C., 2000, apud BRAGA, G. B., 2003, p. 2).
           
Plano esse que deve ser específico para cada Instituição e de conhecimento de toda a equipe. Entretanto, para que realmente possa ser eficaz em situações de emergência, são necessárias atualizações periódicas e o constante treinamento da equipe.
Ainda que não se tenha como prever todas as ocorrências que poderiam colocar em risco o patrimônio cultural preservado nas instituições públicas e privadas, programas de segurança e planos de emergência são fundamentais para evitar que situações previsíveis ocorram ou, caso aconteçam, os danos decorrentes delas possam ser minimizados.


Fontes:

ROCHA, Solange. Minicurso de Segurança em Acervos. Porto Alegre, 2011.

BRAGA, Gedley Belchior. Planos de emergência. In: Conservação Preventiva: acondicionamento e armazenamento de acervos complexos em Reserva Técnica – o caso do MAE/USP. Dissertação de Mestrado. São Paulo: Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, 2003.



Inundação de biblioteca da UFRGS – janeiro de 2014

Incêndio do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - 1978

 


         Arquivo Histórico de Colônia, Alemanha



Desabamento do Arquivo Histórico de Colônia - março de 2009







 

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